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	<title>AR</title>
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	<description>6° Festival de Cinema Argentino &#124; Cinema Ideal, Lisboa - 12 a 18 de Agosto de 2021</description>
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		<title>O AR ideal</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[O AR &#8211; 6ª Festival de Cinema Argentino realiza-se de 12 a 18 de Agosto no Cinema Ideal em Lisboa. Depois de ter sido cancelado em 2020 e de ter sido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O AR &#8211; 6ª Festival de Cinema Argentino realiza-se de 12 a 18 de Agosto no Cinema Ideal em Lisboa. Depois de ter sido cancelado em 2020 e de ter sido várias vezes adiado em 2021, o cinema argentino continua vivo e vai respirar-se no Ideal este verão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Normalmente o AR funciona como uma janela aberta, uma radiografia do ambiente — sempre dinâmico e estimulante— do cinema de autor argentino contemporâneo. Neste caso, e depois de um 2020 (e boa parte de 2021) que nos afastou fisicamente das famílias e amigos, será dado um destaque especial aos afectos. Nesta 6ª edição o panorama é composto por várias primeiras obras que pensam e refletem sobre os laços familiares, amorosos, de amizade, entre mães e pais e filhos, laços afetivos que se nutrem com lugares, espaços e determinados tempos. Os filmes dialogam uns com os outros, estabelecem afinidades, destapam leituras inesperadas, começam e continuam conversas que parece que esperam ser completadas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Sete longas metragens serão acompanhadas por sete curtas, todos últimos trabalhos de autores jovens que estão a construir algumas das cinematografias mais sólidas da atualidade. E haverá uma estreia, uma secção dedicada ao cinema de animação para toda a família que vem para ficar, o <strong>Arzinho. </strong>Espaço de cuidado e de amor —mas também de compaixão e de solidão— a família é um conceito que está em permanente transformação, ampliado e repensado ao longo dos tempos. E é precisamente esse o eixo ao redor do qual giram os filmes programados nesta edição.</p>
<p style="font-weight: 400;">O AR abre com um filme que reinventa a história de uma família numa aventura simples não tão simples assim. <strong><em>Qué será del Verano</em></strong> de Ignacio Ceroi (Melhor filme Argentino BAFICI 2021) embarca numa viagem que começa com a autobiografia do realizador que, num registo íntimo de voz off e imagens em <em>found footage</em>, se vai deixando levar pelas histórias lúdicas e destemidas do protagonista de uma espécie de ficção abalroada. Audaz também será a “morte” assinada por Nicolás Prividera em <strong><em>Yo Maté a Antoine Doinel</em></strong>, a curta-ensaio rebelde e cinéfila que também abre esta edição, que questiona e discute a importância da <em>Nouvelle Vague </em>no cinema contemporâneo.</p>
<p style="font-weight: 400;">O encerramento do AR não será menos subversivo através do olhar de Gustavo Fontán em <strong><em>La Deuda</em></strong><em>, </em>um filme<em> </em>que ilumina o paradoxo de sentir-se longe das pessoas mais próximas num momento de incerteza económica cujas consequências inevitavelmente se cravam no plano familiar. Este é o mais abertamente narrativo trabalho da filmografia de Fontán, com produção de Lila Stantic e dos irmãos Almodóvar. Será exibido com a curta <strong><em>El Hombre Bajo la Lluvia</em></strong><em> </em>de María Aparicio que, num belíssimo preto e branco, revela a partir de uma entrevista de trabalho para um <em>call center </em>que a companhia é apenas outro nome para a solidão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em>El Silencio es un Cuerpo que Cae</em></strong>, notável primeiro filme de Agustina Comedi, será exibida com a curta <strong><em>Playback &#8211; Ensayo de una Despedida</em></strong>, da mesma realizadora. A curta parece ser uma extensão espiritual da longa e ambas mergulham numa reflexão pessoal sobre a perda mas que se expande e transcende o universo familiar e aborda um dos momentos mais tensos da história da Argentina. Retrata com um olhar comprometido mas agudo a tensão política entre o sexual e o social nos anos 80 na cidade de Córdoba. A militância política, a homossexualidade, o HIV, numa cidade universitária, vanguardista por um lado e extremamente conservadora por outro.</p>
<p style="font-weight: 400;">A morte no seio de uma família também é o acontecimento que dispara outra primeira obra, <strong><em>Familia Sumergida </em></strong>de María Alché (conhecida em Portugal como a protagonista de <em>La Niña Santa </em>de Lucrecia Martel). A realizadora representa com engenho e luz as mudanças nas relações da sua protagonista, a enorme actriz argentina Mercedes Morán, desenvolvendo a forma como, logo após a morte da sua irmã, esta mulher se redescobre a si mesma e ao que a rodeia. <strong><em>Suquía</em></strong><em> </em>de Ezequiel Salinas é a curta que compõe esta sessão, uma viagem que funde subtilmente o poético e o político. Através do fluir de um rio descobre-se um afecto, uma voz esquecida.</p>
<p style="font-weight: 400;">As relações de parentalidade são o eixo central de <strong><em>Las Buenas Intenciones</em></strong><em> </em>de Ana García Blaya que revela, com uma graça aguçada e imensa ternura, o contexto social derivado de outra profunda crise económica na década de 90. Outra época, outra crise e assim se constrói parte da idiossincrasia argentina da classe média há muitas décadas: sobrevive. Um pai e uma mãe divorciados, três filhos pequenos (com um destaque especial para a extraordinária Amanda Minujín), uma família a fazer o que pode numa combinação de ficção e de arquivo doméstico da própria realizadora. Será também exibida a curta <strong><em>Bicicletas</em></strong><em> </em>de Cecilia Kang na qual duas bicicletas ficam presas pelo mesmo cadeado e isso transforma-se em premissa para falar de ciúmes e de crises pessoais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entretanto, a engenhosa primeira longa metragem de Lucio Castro, <strong><em>Fin de Siglo</em></strong>, em princípio parece uma típica história de um-tipo-conhece-outro-tipo mas devagar vai-se revelando como uma análise sobre o tempo, a identidade, a memória e o desconcerto. E no meio, a vida a passar, com toda a sua beleza e energia. A curta que acompanha esta longa é <strong><em>Blue Boy</em></strong><em> </em>de Manuel Abramovich (Urso de Prata 69º Berlinale) na qual a câmara se transforma em cliente de sete prostitutos em Berlim num ensaio sobre a performatividade das relações de poder.</p>
<p style="font-weight: 400;">E se um grupo de pessoas se reunisse há dezoito anos num mesmo café a ler o mesmo livro uma e outra vez numa espécie de catarse colectiva e renovável? Isso é <strong><em>El Tiempo Perdido</em></strong> de María Álvarez, que celebra o encontro, a sensação de família fora do sangue. Numa homenagem ao espírito de uma Buenos Aires literária e intemporal, Álvarez resgata a arte como algo que nos une, conforma e, muito provavelmente, nos salva a todos. A curta que acompanha é outra homenagem a uma comunhão familiar, este último trabalho de Martín Farina, <strong><em>El Brazo del WhatsApp</em></strong>, segue astutamente a conversa de um grupo de amigos e, ao mesmo tempo, constrói um arquétipo da subjetividade no país das Pampas.</p>
<p style="font-weight: 400;">A secção Arzinho estreia-se nesta edição dedicada aos afectos e é composta por dois filmes de animação para toda a família que revelam a riqueza e inquieta expansão do cinema de animação argentino. São filmes para o encontro na sala de cinema, para levar filhos e pais e sobrinhos e amigos de todas as idades. <strong><em>El Patalarga</em></strong><em> </em>de Mercedes Moreira é uma aventura de três amigos valentes, nobre e deliciosa, realizada em “cut out” (figuras em papel e imagens fotografadas de cima e montadas). <strong><em>Ánima Buenos Aires</em></strong><em> </em>de María Verónica Ramirez revela, através de quatro histórias criadas por destacadíssimos nomes da animação e da gráfica argentina, uma Buenos Aires cheia de charme, de mistérios e de personagens ocultos espalhados pelos cantos de uma cidade realmente encantadora e mágica.</p>
<p style="font-weight: 400;">A urgência de pensar a realidade, o olhar atento, às vezes desiludido mas sempre curioso, convive, entre primeiras obras e realizadores consagrados, com as procuras estéticas mais ousadas. Os afectos —e a falta deles—, esse imenso terreno fértil onde trabalhamos todos, as memórias, os laços que se constróem, conservam, perdem e recuperam, unem este conjunto de frescos e vão encher de ar (e de arzinho), de vitalidade e de beleza, pela primeira vez com sotaque argentino, o Cinema Ideal.</p>
<p style="text-align: left;">VAI<strong>VEM</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Programa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; PROGRAMA &#124; CINEMA IDEAL  Quinta-feira 12 de Agosto 21:30h Yo maté a Antoine Doinel, Nicolás Prividera (9&#8242;) + Qué será del Verano, Ignacio Ceroi (85&#8242;)  Sexta-feira 13 de Agosto 21:30h Suquía, Ezequiel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PROGRAMA | <a href="https://www.cinemaideal.pt/" target="_blank">CINEMA IDEAL</a> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Quinta-feira 12 de Agosto<br />
21:30h <i><strong>Yo maté a Antoine Doinel</strong></i>, Nicolás Prividera (9&#8242;) <strong>+</strong> <i><strong>Qué será del Verano</strong></i>, Ignacio Ceroi (85&#8242;)<i><strong> </strong></i></p>
<p style="font-weight: 400;">Sexta-feira 13 de Agosto<br />
21:30h<strong> </strong><b><em>Suquía</em></b>, Ezequiel Salinas (14&#8242;) <strong>+</strong> <strong><em>Familia Sumergida</em></strong>, María Alché (91&#8242;)</p>
<p style="font-weight: 400;">Sábado 14 de Agosto<br />
11:30h<strong><span style="color: #ff6600;"> ARZINHO</span> </strong><b><em>Ánima Buenos Aires</em></b>, María Verónica Ramírez (95&#8242;)<br />
21:30h<strong> </strong><strong><em>Playback &#8211; Ensayo de una despedida</em></strong>, Agustina Comedi (14&#8242;) <strong>+</strong> <b><em>El Silencio es un Cuerpo que Cae</em></b>, Agustina Comedi (72&#8242;)</p>
<p style="font-weight: 400;">Domingo 15 de Agosto<br />
11:30h<strong> </strong><strong><strong><span style="color: #ff6600;">ARZINHO</span></strong></strong> <strong><em>El Patalarga</em></strong>, Mercedes Moreira (70&#8242;)<br />
21:30h<strong> </strong><i><strong>El Brazo del WhatsApp</strong></i>, Martín Farina (10&#8242;) <strong>+</strong> <i><strong>El Tiempo Perdido</strong></i>, María Álvarez (102&#8242;)</p>
<p style="font-weight: 400;">Segunda-feira 16 de Agosto<br />
21:30h<strong> </strong><i><strong>Bicicletas</strong></i>, Cecilia Kang (27&#8242;) <strong>+</strong> <strong><em>Las Buenas Intenciones</em></strong>, Ana García Blaya (86&#8242;)</p>
<p>Terça-feira 17 de Agosto<br />
21:30h<strong> </strong><i><strong>Blue Boy</strong></i>, Manuel Abramovich (19&#8242;) <strong>+</strong> <strong><em>Fin de Siglo</em></strong>, Lucio Castro (84&#8242;)</p>
<p>Quarta-feira 18 de Agosto<br />
21:30h<strong> </strong><i><strong>Hombre Bajo la Lluvia</strong></i>, María Aparicio (12&#8242;) <strong>+</strong> <strong><em>La Deuda</em></strong>, Gustavo Fontán (74&#8242;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>YO MATÉ A ANTOINE DOINEL<br />
</strong>Nicolás Prividera | 9&#8242;<br />
Quinta-feira 12 de Agosto | 21:30h<strong> </strong></p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Yo-maté-a-Antoine-Donel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1283" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Yo-maté-a-Antoine-Donel.jpg" alt="CORTO Yo maté a Antoine Donel" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Se a cinefilia pudesse ter só uma cara, essa seria francófila e, sem dúvida, esta cara teria o nariz arrebitado, os olhos esbugalhados e os dois tufos soltos de nada mais e nada menos que de Antoine Doinel. Uma personagem ressonante que habita o seu próprio actor Jean Pierre Leaud, personagem que sobrevive aos filmes e sagas de Truffaut, Godard e Eustache. Atrever-se-á o realizador desta curta-metragem a sepultar este fenómeno da <em>Nouvelle Vague</em>?</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Nicolás Prividera. <strong>Argumento</strong> Nicolás Prividera. <strong>Fotografia</strong> Hernán Rosselli. <strong>Montagem</strong> Pablo Ratto. <strong>Produção</strong> Pablo Ratto. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUÉ SERÁ DEL VERANO<br />
</strong>Ignacio Ceroi | 85&#8242;<br />
Quinta-feira 12 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/QSDV.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1282" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/QSDV.jpg" alt="QSDV" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Ignacio compra uma câmara digital em segunda mão para registar as férias e no seu interior encontra um cartão de memória esquecido carregado de imagens que se convertem no disparador de uma expedição rumo a uma intimidade desconhecida. Manifestações em Paris, viagens pela selva africana, os afectos de outro. Tudo pode conviver nas vidas paralelas, reais ou imaginárias, de este filme (Melhor Filme Argentino BAFICI 2021), com uma liberdade explosiva que vai em busca dessa semente ficcional guardada no coração de alguns registros documentais.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Ignacio Ceroi. <strong>Argumento </strong>Ignacio Ceroi, Mariana Martinelli. <strong style="font-style: inherit;">Fotografia </strong>Ignacio Ceroi, Mariana Martinelli, Charles Louvet. <strong style="font-style: inherit;">Montagem </strong>Ignacio Ceroi, Hernán Rosselli. <strong style="font-style: inherit;">Som</strong> Hernán Biasotti. <strong>Interpretação</strong> Ignacio Ceroi, Mariana Martinelli, Charles Louvet. <strong style="font-style: inherit;">Produção </strong>Esquimal Cine, Un Puma. 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SUQUÍA<br />
</strong>Ezequiel Salinas | 14&#8242;<br />
Sexta-feira 13 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Suquia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1284" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Suquia.jpg" alt="CORTO Suquia" width="800" height="488" /></a></p>
<p>O Suquía é um rio que atravessa a cidade de Córdoba e que a foi vendo crescer nas suas margens durante anos e anos de pouco cuidado e apreço. E, tal como outros grandes rios que pintam frescos urbanos, também este tem muito para contar sobre os seus habitantes, que usam e abusam dele. O que não deixa de ser também muito para contar sobre a falta de respeito pela natureza, um bem nosso de cada dia ainda invisível nalguns lugares.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Ezequiel Salinas. <strong>Argumento</strong> Ezequiel Salinas. <strong>Fotografia</strong> Ezequiel Salinas, Juan Bianchini. <strong>Montagem</strong> Martín Sappia. <strong>Som</strong> Federico Disandro. <strong>Produção</strong> Eva Cáceres. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>FAMILIA SUMERGIDA<br />
</b>María Alché | 91&#8242;<br />
Sexta-feira 13 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Familia-sumergida.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1285" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Familia-sumergida.jpg" alt="Familia sumergida" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Enquanto a sua família vive num apartamento de um subúrbio de Buenos Aires onde as plantas compõem uma espécie de recife de corais, Marcela ocupa-se da vida que a sua irmã deixou ao morrer. A intimidade que desenvolve com o Nacho dá cor ao luto que vive com ilusão e mistério. Nesta primeira longa-metragem, Alché pinta com destreza o quotidiano familiar e destaca o seu epicentro: uma viagem íntima, feminina, aqui e ali, fantasmagórica. Por outro lado, reivindica formas de conhecimento descredibilizadas pela razão e, com um humor agudo, desafia a “honra” de certos afectos.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> María Alché. <strong>Argumento</strong> María Alché. <strong>Fotografia</strong> Hélène Louvart. <strong>Montagem</strong> Livia Serpa. <strong>Som</strong> Julia Huberman. <strong>Interpretação</strong> Mercedes Morán, Esteban Bigliardi, Marcelo Subiotto, Ia Arteta, Laila Maltz, Federico Sack. <strong>Produção</strong> Bárbara Francisco. 2018</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">ARZINHO</span> ÁNIMA BUENOS AIRES<br />
</strong>María Verónica Ramírez | 95&#8242;<br />
Sábado 14 de Agosto | 11:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/ARZINHO-Anima-Buenos-Aires.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1286" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/ARZINHO-Anima-Buenos-Aires.jpg" alt="ARZINHO Anima Buenos Aires" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Um bandoneón lança notas no ar e o seu som evoca de maneira tão misteriosa como inequívoca a cidade de Buenos Aires. Uma verdadeira seleção de autores de banda desenhada e de animação argentinos tecem este retrato coral acompanhados pela música de Rodolfo Medeiros. <em>Ánima Buenos Aires</em> é uma viagem poética e profundamente autoral pela idiosincrasia rioplatense, as suas ruas, as suas personagens e a sua História. Com um humor que não distingue idades e uma combinação de técnicas que vai desde a animação tradicional em 2D, à foto-montagem de stencils, trata-se de um conjunto de curtas cheias de virtuosismo e beleza.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> María Verónica Ramírez. <strong>Argumento</strong> M. Rulloni, J.P. Zaramella, F. Faivre, P. Faivre, P. Rodríguez Jáuregui, C. Nine, L. Nine, Caloi, M.V. Ramírez. <strong> Fotografia</strong> Sergio Piñeyro. <strong>Montagem</strong> Pablo Margiotta, Non Stop. <strong>Som</strong> Stavros Sound Digital. <strong> Produção</strong> CT Producciones. 2011</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PLAYBACK &#8211; ENSAYO DE UNA DESPEDIDA<br />
</strong>Agustina Comedi | 14&#8242;<br />
Sábado 14 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Playback.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1287" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Playback.jpg" alt="CORTO Playback" width="800" height="488" /></a></p>
<p>A resistência aos contextos repressivos pode tomar múltiplas formas, tanto através de ações públicas e coletivas, como nas mais privadas e domésticas. Neste seu último trabalho, uma espécie de continuação espiritual da primeira longa metragem, Comedi consegue que a força subversiva da experiência retratada no material de arquivo emerja. Nos números musicais daquele grupo integrado por gays e travestis, entre outras dissidências de género, o privado transformava-se em público, e o individual em coletivo. Subir ao palco era um acto tão artístico como profundamente político.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Agustina Comedi. <strong>Argumento</strong> Agustina Comedi. <strong>Fotografia</strong> Magalí Mérida. <strong>Montagem</strong> Valeria Racioppi. <strong>Som</strong> Guido Deniro. <strong>Interpretação</strong> Marcos García La Delpi, Martín Shanly. <strong>Produção</strong> Magalí Mérida. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EL SILENCIO ES UN CUERPO QUE CAE<br />
</strong>Agustina Comedi | 72&#8242;<br />
Sábado 14 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/El-silencio-es-un-cuerpo-que-cae2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1288" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/El-silencio-es-un-cuerpo-que-cae2.jpg" alt="El silencio es un cuerpo que cae2" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Comedi atravessa os filmes caseiros do seu pai Jaime e vai confiando nos espaços que a pausa, a suspensão e a repetição podem abrir. Com arte e manha tece os fragmentos de cenas familiares com as conversas que ela vai tendo com afetos do passado do Jaime. Os medos, as alegrias de viver e os desejos sexuais durante os anos 80 na Argentina pontuam este encontro entre duas gerações com lutas ainda urgentes. O filme cria zonas de contacto que lhe fazem frente ao silêncio e abraçam com força o que transcende as palavras.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização </strong>Agustina Comedi.<strong> Argumento</strong> Agustina Comedi. <strong>Fotografia</strong> Agustina Comedi, Ezequiel Salinas, Benjamín Ellenberger. <strong>Montagem</strong> Valeria Racioppi. <strong>Som</strong> Guido Deniro. <strong>P</strong><strong>rodução</strong> Ana Apontes, Matias Herrera Córdoba, Juan C. Maristany. 2017</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">ARZINHO</span> </strong><strong>EL PATALARGA<br />
</strong>Mercedes Moreira | 70&#8242;<br />
Domingo 15 de Agosto | 11:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/ARZINHO-El-Patalarga.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1289" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/ARZINHO-El-Patalarga.jpg" alt="ARZINHO El Patalarga" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Depois de almoçar, quando as tardes quentes e calmas vão chegando, as aldeias entregam-se a um desses prazeres milenários: a siesta. Só os miúdos, com as suas brincadeiras e gritarias, poderiam interromper este momento de paz. Mas uma criatura assustadora encarrega-se de os impedir, o Patalarga. Esta primeira obra de Mercedes Moreira conta a aventura de três amigos, Teto, Maru e Ramón, que um dia decidem ser valentes e lutar pela verdade. Uma história encantadora, genuína e nobre, realizada em “cut out” (figuras em papel e imagens fotografadas de cima e montadas), que reflete o panorama rico e em inquieta expansão do cinema de animação argentino.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Mercedes Moreira. <strong>Argumento</strong> Edi Roca. <strong>Fotografia</strong> Joaquín Zelaya Sánchez. <strong>Montagem</strong> Juan Barragán. <strong>Som</strong> Eric Kuschevatsky. <strong>Interpretação</strong> Favio Posca, Peto Menahem, Ines Efrón, Charo López, Azul Fernández, Julián Lucero, Tamara Kipper. <strong>Produção</strong> Eucalyptus. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EL BRAZO DEL WHATSAPP<br />
</strong>Martín Farina | 10&#8242;<br />
Domingo 15 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-El-brazo-del-Whatsapp.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1290" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-El-brazo-del-Whatsapp.jpg" alt="CORTO El brazo del Whatsapp" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Farina segue de perto um encontro entre velhos amigos que analisam e discutem, num compasso acelerado e bem regado, a importância que tem -ou não- pertencer ao seu grupo de WhatsApp, <em>Los Machos</em>, e quais as implicações na vida de cada um. Será que se pode expulsar um membro histórico que nunca responde? Um retrato contemporâneo que se pergunta como incorporar esta idiossincrasia a uma amizade com mais de 45 anos.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Martin Farina. <strong>Argumento</strong> Martin Farina. <strong>Fotografia</strong> Martin Farina. <strong>Montagem</strong> Martin Farina. <strong>Som</strong> Gabriel Santamaría. <strong>Interpretação</strong> Quique Mercadé Pisano, Gustavo Palese, Beto Farina, Juan José Castelli, Francis Vecchio, Gabriel Pérez Fioti, Jorge Balboa, Juan Heyeralde, Aroldo Malmsten. <strong>Produção</strong> Martin Farina, Mercedes Arias. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EL TIEMPO PERDIDO<br />
</strong>María Álvarez | 102&#8242;<br />
Domingo 15 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/El-Tiempo-Perdido.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1291" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/El-Tiempo-Perdido.jpg" alt="El Tiempo Perdido" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Um clássico café de Buenos Aires é o espaço para um encontro peculiar que se dá há vários anos. Um grupo de pessoas da terceira idade reúnem-se de forma metódica, congregados por uma obsessão em comum: ler e discutir <em>Em Busca do Tempo Perdido </em>de Marcel Proust. Com a sua sempre afectuosa atenção e delicado olhar, María Álvarez, realizadora do especialíssimo <em>Las Cinéphilas </em>(4º AR), consegue capturar neste documentário não só a beleza do acto da leitura em si, mas também algo profundamente humanista, como é o prazer de partilhar uma experiência sublime com o outro.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> María Álvarez. <strong>Argumento </strong>María Álvarez. <strong style="font-style: inherit;">Fotografia </strong>Tirso Díaz Jares Rueda, María Alvarez. <strong>Montagem </strong>María Álvarez. <strong style="font-style: inherit;">Som </strong>Sofía Straface. <strong style="font-style: inherit;">Interpretação </strong>Grupo de lectura de “En busca del tiempo perdido”, de Marcel Proust. <strong style="font-style: inherit;">Produção </strong>Tirso Díaz Jares Rueda, María Alvarez, Mariano Avellaneda. 2020</span></p>
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<p><strong>BICICLETAS<br />
</strong>Cecilia Kang | 27&#8242;<br />
Segunda-feira 16 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-BIcicletas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1292" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-BIcicletas.jpg" alt="CORTO BIcicletas" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Lila e Cándido vivem juntos. Ela é realizadora, trabalha em casa, está a tentar escrever uma história sem grande inspiração. Ele trabalha fora e um dia, depois de uma peripécia, regressa com um cadeado novo para a bicicleta que lhe foi oferecido por uma rapariga bonita. Kang desenha uma elegia concisa e afiada ao ciúme e, com recursos engraçados e fantasiosos, presta uma homenagem ao amor que resiste ao quotidiano e ao passar do tempo.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Cecilia Kang. <strong>Argumento</strong> Cecilia Kang. <strong>Fotografia</strong> Federico Lastra. <strong>Montagem</strong> Julia Straface. <strong>Som</strong> Francisco Pedemonte. <strong>Interpretação</strong> Delfina Peydro, Esteban Bigliardi. <strong>Produção</strong> María Soledad Laici, Cecilia Kang. 2018</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LAS BUENAS INTENCIONES<br />
</strong>Ana García Blaya | 86&#8242;<br />
Segunda-feira 16 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Las-buenas-intenciones.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1293" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Las-buenas-intenciones.jpg" alt="Las buenas intenciones" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Se o primeiro filme de uma filmografia é ao mesmo tempo apresentação e declaração de princípios, este trabalho de García Blaya mata dois coelhos de uma cajadada só. Aproveitando como matéria prima a sua própria infância –a separação dos seus pais e uma mudança de país- constrói não só um comovedor retrato familiar, mas também a radiografia de uma sociedade moldada pelas crises económicas e pelas suas paixões populares. A realizadora une ficção com material de arquivo caseiro e consegue o milagre característico daqueles relatos íntimos especiais: ser universal.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Ana García Blaya. <strong>Argumento</strong> Ana García Blaya. <strong>Fotografia</strong> Yarará Rodríguez. <strong>Montagem</strong> Rosario Suárez, Joaquín Elizalde. <strong>Som</strong> Martín García Blaya. <strong>Interpretação</strong> Javier Drolas, Amanda Minujín, Jazmín Stuart, Juan Minujín. <strong>Produção</strong> Juana García Blaya, Joaquín Marqués, Juan Pablo Miller. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>BLUE BOY<br />
</b>Manuel Abramovich | 19&#8242;<br />
Terça-feira 17 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Blue-Boy.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1294" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Blue-Boy.jpg" alt="CORTO Blue Boy" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Um bar vazio em Berlim, uma equipa de rodagem pequena, um realizador explorador de universos, um grupo de jovens que vivem da prostituição, todos romenos, que um dia decidiram emigrar do seu país para melhorar de vida. Olham, delicada e fragilmente, para a câmara enquanto ouvem as suas próprias vozes, histórias e <em>flirts</em>. Os seus rostos, olhos, respiração, sorriso, que vai e vem, deixam ver os matizes que compõem estas vidas. Um potente retrato em movimento destas “ferramentas com coração” que vivem nas margens dos quotidianos dos grandes centros urbanos.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Manuel Abramovich. <strong>Argumento</strong> Manuel Abramovich. <strong>Fotografia</strong> Manuel Abramovich. <strong>Montagem</strong> Cătălin Cristuțiu. <strong>Som</strong> Francisco Pedemonte. <strong>Interpretação</strong> Florin, Michel, Razvan, Stefan, Mihail, Marius, Rafael, Roberto. <strong>Produção</strong> Manuel Abramovich. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FIN DE SIGLO<br />
</strong>Lucio Castro | 84&#8242;<br />
Terça-feira 17 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Fin-de-siglo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1295" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/Fin-de-siglo.jpg" alt="Fin de siglo" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Chegar a uma estação, andar pelas ruas, entrar num apartamento alugado temporariamente, abrir o frigorífico. O quotidiano marca o compasso deste filme. As premissas iniciais são concretas, horizonte urbano, <em>cruising</em> na praia. Eventualmente a coisa complica-se: o presente leva-nos ao passado em forma de memória perdida e cobrada, e um sonho inquieta-nos num desejo. O passado e o futuro compõem o tempo presente, nostalgias e desejos habitam paralelamente os corpos e mentes destes dois homens, as suas forças e as experiências. Que voltam a encontrar-se. Para voltar a sonhar.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Lucio Castro. <strong>Argumento</strong> Lucio Castro. <strong>Fotografia</strong> Bernat Mestres. <strong>Montagem</strong> Lucio Castro. <strong>Som</strong> Robert Lombardo. <strong>Interpretação</strong> Juan Barberini, Ramón Pujol, Mía Maestro. <strong>Produção</strong> Joanne Lee. 2019</span></p>
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<p><strong>HOMBRE BAJO LA LLUVIA<br />
</strong>María Aparicio | 12&#8242;<br />
Quarta-feira 18 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Hombre-bajo-la-lluvia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1296" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/CORTO-Hombre-bajo-la-lluvia.jpg" alt="CORTO Hombre bajo la lluvia" width="800" height="488" /></a></p>
<p>Poderá o homem superar a seleção natural das espécies? Digamos que sim, sobretudo se falamos da nossa própria espécie humana. Constantemente competimos, descartamos, julgamos e adoramos sentir-nos e mostrar-nos com poder, especialmente quando este nos é atribuído. Como é que podemos pôr à prova uma sociedade na qual não encaixamos? Abandonar e caminhar debaixo da chuva, simplesmente ir embora, não deixa nunca de ser uma opção de sobrevivência.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> María Aparicio. <strong>Argumento</strong> María Aparicio, Nicolás Abello, Emanuel Díaz. <strong>Fotografia</strong> Santiago Sgarlatta. <strong>Montagem</strong> María Aparicio <strong>Som</strong> Juan Manuel Yeri. <strong>Interpretação</strong> Pablo Limarzi, Leni Álvarez Ramos, Florencia Oviedo. <strong>Produção</strong> Eva Cáceres. 2018</span></p>
<p><span style="color: #808080;"> </span></p>
<p><strong>LA DEUDA<br />
</strong>Gustavo Fontán | 74&#8242;<br />
Quarta-feira 18 de Agosto | 21:30h</p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/La-deuda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1297" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/La-deuda.jpg" alt="La deuda" width="800" height="488" /></a></p>
<p>A escuridão envolve o rosto de Mónica enquanto procura dinheiro numa noite que parece não ter fim. Os seus gestos deixam ver que esta viagem não a faz pela primeira vez e que a dívida que tem para pagar vai para além de uma formalidade bancária. Esgotar as possibilidades também passa por provocar encontros que desafiam a vulnerabilidade da personagem através dos olhos perseverantes da actriz Belém Blanco. <em>La Deuda</em> lembra-nos que nas trevas mais profundas das relações humanas também existem clarões de amor que podem aparecer como a alva de um novo dia.</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Realização</strong> Gustavo Fontán. <strong>Argumento</strong> Gustavo Fontán, Gloria Peirano. <strong>Fotografia</strong> Diego Poleri. <strong>Montagem</strong> Mario Bocchicchio. <strong>Som</strong> Abel Tortorelli. <strong>Interpretação</strong> Belén Blanco, Marcelo Subiotto, Leonor Manso, Edgardo Castro, Walter Jakob, Andrea Garrote, Pablo Seijo. <strong>Produção</strong> Lita Stantic, Silvana Di Francesco. 2019</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ffffff;">. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Agradecimentos e Apoios</title>
		<link>https://2021.arcinemaargentino.com/ar-festival-de-cinema-argentino-apoio-e-agradecimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[AR – 6º Festival de Cinema Argentino Direcção artística e produção geral Maria João Machado Programação, produção e comunicação VAIVEM (Cristian Ulloa, Marcia Rivas e Maria João Machado) Tradução &#38; Legendagem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>AR – 6º Festival de Cinema Argentino</strong></p>
<p class="p1">Direcção artística e produção geral <strong><span class="s1">Maria João Machado<br />
</span></strong><span class="s2">Programação, produção e comunicação </span><strong>VAIVEM (Cristian Ulloa, Marcia Rivas e Maria João Machado)<br />
</strong><span class="s2">Tradução &amp; Legendagem </span><strong>VAIVEM &amp; Zenit Subtitulado<br />
</strong><span class="s2">Desenho gráfico </span><strong>Rodrigo González Alvarado<br />
</strong><span class="s2">Imagem </span><strong><em>Familia Sumergida</em>, María Alché (foto de Nora Lezano)<br />
</strong><span class="s2">Trailer </span><strong>Tomás Astudillo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Agradecimentos</strong> Agustina Comedi, Albertina Carri, Ana Cardoso, Ana García Blaya, Alexandra Gaspar, Américo Santos, Ana Filipa M. Heitor, Andrés Pinto, Ariel Bruno, Ariel Poggi, Brenda Erdei, Carolina Dones, Catarina Vaz Pinto, Cecilia Kang, Cecilia Pisano, César González, Chakall e equipa, Carolina Benalcazar, Diogo Bento, Edgardo Castro, Embaixada da República Argentina em Portugal, Ezequiel Salinas, Fátima Rolho, Fernando Martín Restelli, Festival do Rio, Festival de Curtas Vila do Conde, Fernando Vidal, Filipe Domingues, Francisco Barbosa, Grémio Literário, Gustavo Fontán, Ignacio Ceroi, IndieLx, IPDAL, Ivana Ruiz, Jerónimo Quevedo, Joana Gomes Cardoso, João Heitor, João Pedro Machado, Juan Villegas, Kino Rebelde, Laurentina Pereira, Lucio Castro, Manuel Abramovich, Manuel Veiga, María Alché, María Álvarez, María Aparicio, Maria Adélia G. Santos Machado, Maria Faz, Maria Joana Vilela, Maria Manuel Ferreira, María Vera, Marina Uva, Martín Farina, Martín Leonardo Soto, Matías Mateo, Miguel Honrado, Natalia Acceto, Nicolás Prividera, Nitrato Filmes, Nuno Martins, Paulo Neves, Porto/Post/Doc, Rute Gião, Sandra de Almeida, ShortCutz, Tiago Alves. Um agradecimento especial a todos realizadores e produtores, ao director do Cinema Ideal, Pedro Borges, à nossa colaboradora em Portugal Elisabete Fragoso e ao incansável Pablo Méndez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apoios</strong></p>
<p><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/apoios1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1217" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/apoios1.jpg" alt="apoios" width="2380" height="226" /></a><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<item>
		<title>Trailer de AR – 6° Festival de Cinema Argentino en Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 19:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/575475961?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture" allowfullscreen title="AR I 6 Festival de Cinema Argentino"></iframe></p>
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		<title>O novo cinema argentino</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 20:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez no Porto, O Festival de Cinema Argentino (AR) decorre entre hoje e domingo con exibiçãp de nove filmes. A programação de hoje inclui «La película infinita», de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez no Porto, O Festival de Cinema Argentino (AR) decorre entre hoje e domingo con exibiçãp de nove filmes. A programação de hoje inclui «La película infinita», de Leandro Listorti, e «Mujer nómade»&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="https://www.jn.pt/edicao-impressa/porto/interior/28-de-junho-de-2019-11054015.html">https://www.jn.pt/edicao-impressa/porto/interior/28-de-junho-de-2019-11054015.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 15:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», desta vez com foco em personagens marginalizadas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026048.html">https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026048.html</a></p>
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		<title>Leandro Listorti: “Todos os realizadores e produtores de cinema deviam estar a par das questões da preservação”</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 14:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A certa altura pergunta-se em Rebecca (1940), de Alfred Hitchcock, “Do you think the dead come back and watch the living?”, mas talvez a pergunta mais acertada devesse ser Achas que os vivos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A certa altura pergunta-se em <strong>Rebecca</strong> (1940), de Alfred Hitchcock, “Do you think the dead come back and watch the living?”, mas talvez a pergunta mais acertada devesse ser <em>Achas que os vivos se vêem pelos olhos dos mortos que regressam?</em> É exactamente sobre esta questão que me parece que se deve receber <strong>La película infinita </strong>(2018) de Leandro Listorti, filme que trabalha sobre o universo dos filmes perdidos do cinema argentino&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="http://www.apaladewalsh.com/2019/06/leandro-listorti-todos-os-realizadores-e-produtores-de-cinema-deviam-estar-a-par-das-questoes-da-preservacao/">http://www.apaladewalsh.com/2019/06/leandro-listorti-todos-os-realizadores-e-produtores-de-cinema-deviam-estar-a-par-das-questoes-da-preservacao/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: https://www.cmjornal.pt/cm-ao-<wbr />minuto/detalhe/festival-de-<wbr />cinema-argentino-com-quinta-<wbr />edicao-em-lisboa-e-em-estreia-<wbr />no-porto+&amp;cd=7&amp;hl=es-419&amp;ct=<wbr />clnk&amp;gl=ar</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="t-a-c-intro-1 selectionShareable">O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho.</p>
<p class="selectionShareable">O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», desta vez com foco em personagens marginalizadas.</p>
<p class="selectionShareable">Link: <a href="https://www.ojogo.pt/extra/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026051.html">https://www.ojogo.pt/extra/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026051.html</a></p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:30:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho&#8230;</p>
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<p>Link: <a href="https://www.tsf.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026049.html">https://www.tsf.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026049.html</a></p>
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